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DIVINO SUCO SE APRESENTA PROPONDO BARULHO PARA COMBATER UMA DOENÇA SILENCIOSA

O jornalista Antônio Feldmann e o fotógrafo Chimia Lorenzett uniram suas famílias em torno de uma causa, que acabou virando um negócio. Mais do que uma marca de suco de uva integral que vai estar no mercado a partir de dezembro, Divino Suco é uma ideia que surgiu para chamar atenção da sociedade para um problema de saúde que está virando epidemia no Brasil e no mundo: o diabetes.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que 16 milhões de brasileiros sofrem de diabetes, número quase 10 vezes maior do que a população de Porto Alegre. Ainda de acordo com o estudo, a taxa de incidência da doença cresceu 61,8% nos últimos dez anos. O diabetes é uma epidemia global e o Brasil ocupa o 4º lugar no ranking dos países com o maior número de casos, atrás de China, Índia e Estados Unidos. Vários fatores desempenham papel importante para este crescimento em países em desenvolvimento: obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada.

Nesta quarta-feira, 14, o Divino Suco será um dos parceiros e expositores de um evento realizado pelo Instituto da Criança com Diabetes em Porto Alegre, para marcar o Dia Mundia do Diabetes. Na oportunidade, será apresentada a sua identidade visual e um Manifesto em defesa dessa causa (em anexo). A Divino Suco nasce de uma parceria com a caxiense Don Affonso, uma vinícola familiar que tem mais de 35 anos e seus produtos receberam diversos prêmios e medalhas em concursos ao longo do tempo, pela qualidade dos seus produtos, com destaques para os sucos tinto e branco.

A Divino Suco também nasce com uma proposta de parceria com o Instituto da Criança com Diabetes (ICD/RS). "Para cada garrafa de suco de uva integral que vamos comercializar, uma parte dos recursos será repassada para o ICD, para tratamento de crianças e adolescentes com diabetes. Queremos incentivar que outras empresas também adotem essa prática, e assim haja uma cooperação e uma ação colaborativa do setor privado para ajudar as pessoas que mais precisam", revela Feldmann, que começou a desenvolver o projeto e essa ideia quando ocupou uma diretoria no Ministério do Desenvolvimento Social. Ele reforça: "precisamos fazer alguma coisa. Não dá para assistir a essa escalada do diabetes e ficar de braços cruzados. E nossa arma principal é a informação".

Além do ICD/RS, a Divino Suco também vai compartilhar conteúdo elaborado pela Sociedade Brasileira de Diabetes, que tem como lema para a gestão 2018-2019 Educar, Apoiar e Transormar.



PESSOAS DE BAIXA RENDA SÃO MAIS VULNERÁVEIS

Um estudo realizado por universidades federais do Rio Grande do Sul, Amazonas, Pará e São Paulo em 28 centros de saúde pública de 20 cidades brasileiras, concluiu que apenas 23% das crianças e dos adolescentes e 9% dos adultos com diabetes conseguem o controlar o índice de glicemia e, desta forma, controlar a doença.

A pesquisa também concluiu que, entre os pacientes de baixa renda, a dificuldade de controle da doença é maior. Isso acontece porque esses pacientes têm mais dificuldade de ter acesso a médicos especialistas, no caso, endocrinologistas – e, desta forma, receber informações mais detalhadas sobre o tratamento e as consequências de ter a doença sem controle.



O QUE É O DIABETES

O diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos, causando um aumento da glicose (açúcar) no sangue.

A diabetes não é uma doença nova. No entanto, muitos dos hábitos da modernidade têm contribuído para que ela se dissemine em âmbito mundial. Por exemplo, atualmente é muito mais comum fazer as refeições fora de casa, isso faz com que não se tenha muito controle do que é ingerido ou dos ingredientes utilizados para preparar o alimento. Como consequência, o consumo de alimentos processados, ricos em sódio e açúcares aumenta.

Tipo 1: é uma doença autoimune – ou seja, ocorre por uma falha do organismo –, e costuma aparecer na infância ou na adolescência. O sistema imunológico ataca as células beta, responsáveis pela produção da insulina. Com isso, a quantidade de insulina liberada é mínima ou nula, mantendo elevados os níveis de glicose no sangue. Pouco comum, afeta 10% da população com a doença.

Tipo 2: é o que vem crescendo em velocidade acelerada e acomete 90% dos doentes. Geralmente, aparece por volta dos 40 anos – o que não significa que não possa dar as caras na infância ou na adolescência. É uma doença adquirida, consequência dos maus hábitos de saúde, principalmente a alimentação de baixa qualidade e o sedentarismo, que levam à obesidade.

Mais informações 54.99642.0015
Com Antônio Feldmann